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No contexto da avaliação da marcha o estilo é o mais complexo porque envolve detalhes em todas as partes. Vejamos:
Cabeça – Avaliada quanto à postura e estabilidade. A postura correta é com o focinho apontado ao solo, em uma linha vertical partindo da nuca, que se apresenta corretamente flexionada. A cabeça deve ser mantida alinhada com o pescoço. Se o animal desvia a cabeça para o lado, geralmente o lado que é conduzido, o comprimento do deslocamento de membros anteriores tende a diminuir, além da perda da retidão e equilibrio. A altura da cabeça deve ser mediana. A estabilidade é avaliada quanto as oscilações laterais e verticais.
Orelhas – Avaliação quanto à postura e estabilidade. A postura correta é marchar com orelhas firmes, na vertical, o tanto quanto possivel paralelas. Se o posiconamento é voltadas para tras, o animal estará inquieto, nervovo, podendo ser irritação com o apresentador, “estresse de exposição” ou índole ruim. A perda de estabilidade gera o defeito vulgarmente chamado de “bater orelhas”, o que não afeta a eficiencia da marcha, sendo defeito meramente estético.
Pescoço – Deve estar alinhado com a cabeça. Se o animal desvio o pescoço o lado o equilibrio da locomoção será afetado

Cauda – Avaliada quanto à postura e estabilidade. A postura correta da cauda é firme, rente as nadegas, e estavel.

Os deslocamentos de membros são avaliados nos seguintes aspectos:

Flexionamento – O aspecto mais importante, pois tem relação direta com a pureza da marcha e a comodidade. Nos membros anteriores, as articulações de boletos e joelhos devem dobrar bem, para resultar no chamado ato de rolar pinças de cascos, o que amortece os impactos. Nos membros posteriores, o bom flexionamento dos jarretes resulta no bom engajamento de todo o membro sob a massa corporea, o que favorece a boa definição dos triplices apoios e a eficiencia da força de impulsão.
O bom flexionamento das articulações de joelhos, boletos e jarretes favorece a comodidade, desde que o animal apresenta uma boa dissociação entre os pares de membros, seja os diagonais ou os laterais. Notar na foto o bom flexionamento do joelho e boleto do membro anterior esquerdo. Notar tambem a boa inclinação da quartela do membro anterior direito, que está apoiado, amortecendo o impacto.
Elevação – Aspecto também ligado a naturalidade da marcha, pois os deslocamentos excessivamente elevados não são tipicos da M.T.A.D. – Marcha de Triplices Apoios Definidos. A elevação excessiva, em especial dos membros anteriores, tende a reduzir o avanço e, consequentemente, a amplitude das passadas. Porém, o mais grave é dificultar a ocorrencia dos momentos de triplices apoios, gerando apoios assimétricos, como os monopedais. Outra consequencia da elevação excessiva dos membros é a perda do equilibrio e a redução da comodidade.

Coordenação – Avaliada entre os pares de membros e entre o conjunto de membros, anteriores e posteriores. No mesmo par, um membro não pode se adiantar ou atrasar em relação ao outro. Entre o conjunto de membros todos devem cobrir mais ou menos a mesma distância, no mesmo ritimo.

Equilibrio – Tem relação com a coordenação. A perda de equlibrio acontecerá no caso de claudicação ou quando um dos membros executa deslocamento semelhante ao inicio de um galope curto.

Retidão – Na avaliação por detrás os membros devem executar uma trajetória retilinea. As oscilações para os lados podem afetar o flexionamento das articulações de jarretes e a força de impulsão.

Energia – Avaliada quanto ao vigor dos deslocamentos, em especial dos membros posteriores, responsaveis pela força da impulsão. Uma das principais diferenças da marcha de Concurso para a marcha de passeio é exatamente a maior energia dos deslocamentos. A energia deficiente reduz a amplitude das passadas e afeta equilibrio e regularidade.

Impulsão – Tem relação com a energia dos deslocamentos, o bom flexionamento e com o engajamentos dos membros posteriores sob a massa corporea. Um cavalo corretamente impulsionado tende a apresentar maior amplitude de passadas, mas não necessariamente a pureza da marcha, que se traduz pela boa dissociação dos deslocamentos e, consequentemente, pela boa definição dos momentos de apoios tripedais. Na verdade, os julgamentos de andamento estão super-valorizado a impulsão. Esta avaliação super-valorizada da impulsão é aceitável para julgamento de trotadores, mas não de marchadores na essência da palavra, pois estes, em primeiro lugar, devem apresentar a dissociação e a comodidade.

Com informações de Marchador Web

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